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Neuromarketing é a mistura entre neurociência e marketing, e tem como principal objetivo entender o que faz um consumidor preferir uma marca, comprar um produto específico ou até mesmo se tornar um cliente fiel.

A estratégia é formada por estudos de o que não está sendo explicitamente dito em pesquisas de satisfação, feedbacks e nem mesmo em comentários nas redes sociais, pois são motivações que nem as próprias pessoas reconhecem.

Esse processo de tomada de decisões não acontece de forma racional, lógica ou consciente, e sim o contrário, quando determinados estímulos ativam partes específicas do cérebro.

De forma simplificada, o cérebro humano pode ser dividido em 3 partes: Reptiliano, Límbico e Neocórtex.

1 – Cérebro reptiliano: controla tudo o que é responsável pela sobrevivência, como respiração e batimentos cardíacos.

2 – Cérebro Limbico: processa emoções mais complexas e é responsável por armazenar dados, ativado por sensações envolvendo os 5 sentidos.

3 – Neocórtex: a parte do cérebro ativada nas tomadas de decisão, já que é a parte que controla o raciocínio e nosso lado social.

Sendo a união entre a neurociência, psicologia e marketing o neuromarketing direciona o profissional de marketing no que o consumidor reage. Apesar de ser uma ciência muito nova, ela ajuda os profissionais a entender como cada um dos mecanismos é utilizado durante o processo de decisão de compra.

Confira a seguir algumas técnicas de neuromarketing:

  • Explore os sentidos

Sua marca também pode despertar muitos tipos de sensações no seu consumidor. Se você possui uma loja física pense na quantidade de estratégias que poderiam ser associadas aos produtos: sua loja possui algum cheiro específico? Ela toca música? Sua embalagem é agradável ao toque? Mesmo que o produto seja virtual, você pode explorar a visão: quais emoções as cores e o layout do seu site despertar no usuário?

  • Storytelling

Contar histórias interessantes e envolventes desperta emoções e ativa sensações no consumidor. Neste caso você pode se beneficiar das histórias para se aproximar do consumidor: ao invés de falar que seu produto influenciou milhares de clientes, use a criatividade e peça para que pelo menos um deles conte um pouco como foi utilizar aquilo que você oferece.

  • Senso de urgência

Cartazes em vitrine com grandes chamadas como “últimas peças da promoção” ou “últimos dias para aproveitar” são exemplos de como explorar o senso de urgência. O importante é não gerar esse senso baseado em informações falsas, pois isso pode quebrar a confiança do consumidor.

 

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